sexta-feira, 30 de julho de 2021
DRILLDRIX
quarta-feira, 28 de julho de 2021
LAO CONVIDA
De abril a junho deste ano continuamos nossa temporada de bate-papo com artistas pela página Láudano Artes no Facebook. Além dos primeiros convidados AQUI já divulgados, contamos com a participação do grafiteiro Face; a multiartista Rafaela Maya; o fotógrafo Marcos Rogério Meneghessi; e a arteterapeuta Madu Carrenho.
Clique nas imagens abaixo e acesse os links para as respectivas conversas, disponível somente para quem tem conta no Facebook.
sexta-feira, 7 de maio de 2021
PALAVRAS SOLTAS
terça-feira, 13 de abril de 2021
LIVES COM CONVIDADOS
Para aqueles que não acompanharam recentemente a página Láudano Artes no Facebook saiba que transmitimos recentemente bate-papos com artistas que conhecemos nas andanças da vida. Por enquanto foram dois convidados até agora, Mestre Zequinha de Piracicaba-SP e Karina Teles de Itanhaém-SP.
Clique nas imagens abaixo e acesse o link para estas conversas, disponível somente para quem tem conta no Facebook.
quinta-feira, 4 de março de 2021
O QUE É ARTE?
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
Pincelada: Guido Viaro
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| Autorretrato, 1954. Óleo s/ papelão, 48.5 x 65 cm. Acervo da família. |
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Pincelada: Alfredo Andersen
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| Autorretrato, 1926. Óleo s/ tela, 35 x 27 cm. Museu Alfredo Andersen. |
Sua produção artística tem por características a constante imitação do natural na mistura entre os estilos romântico, realista e impressionista, e pode ser dividida nas fases norueguesa, litorânea e curitibana. Mesmo produzindo muitos retratos e paisagens, foi nas cenas de gênero que o pintor alcançou as criações mais espontâneas. Em sua última fase, Andersen experimentou pinceladas mais soltas e ousadas, mostrando maior interesse pela representação da luz do que do tema, revelando emoções puras peculiares de um artista escandinavo em terras brasileiras.
Museu Casa Alfredo Andersen (Site).
domingo, 30 de junho de 2019
D.X - Ritmo E Poesia
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
Pincelada: Benedito Calixto
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| Autorretrato, 1923. Óleo s/ tela, 50 x 40 cm. Domínio Público. |
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Pincelada: Vânia Mignone
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| Foto: Thiago Ferri (SESC/SP) |
O conceito de narrativas enviesadas se encaixa no trabalha de Vânia Mignone (1967-) na medida em que a artista cria suas narrativas de maneira não linear. Sua preocupação está em criar obras pessoais, que revelem sua origem e formação, porém sem ignorar a expansão gerada a partir da presença de quem as observa. Neste ponto, Mignone acredita que seu trabalho conversa bem com as pessoas, ainda que gerem incômodos e tensões.
Seus interesses em xilogravura, desenho, quadrinhos, artes gráficas, cartazes publicitários e poesia concreta se fazem reconhecíveis na sua obra, a qual se forma a partir da junção entre imagem, texto e cor. Para a artista, não há como realizar uma obra sabendo como vai começar e onde vai terminar. Suas pinturas não são totalmente pensadas, mas potencializadas no acaso, permitindo assim, que cada observador invente sua própria narrativa.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Pincelada: Victor Brecheret
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| Foto: Arquivo Pessoal (El País) |
O escultor paulistano Victor Brecheret (1894-1955) elaborou diversos monumentos que podem ser vistos em diversos lugares de sua cidade natal. A diversidade de temas e formas revelam a sua trajetória artística desde seu ingresso no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, passando pelos seus estudos em Paris, até alcançar sua fase marajoara-indígena. Embora o Monumento às Bandeiras seja sua obra-prima, sua primeira obra a ser adquirida pela Prefeitura Municipal de São Paulo foi Eva, no ano de 1921.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Pincelada: Di Cavalcanti
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| Auto-retrato, 1943. Óleo sobre tela, 33,5 x 26,0 cm. Coleção particular. |
Di Cavalcanti (1897-1976) foi um extraordinário artista pictórico e lírico, pois sentia todas as coisas através de instantes de poesia. Como caricaturista, ilustrou a política e a sociedade de sua época com um olhar crítico, o mesmo que enxergou a necessidade de uma semana voltada à arte moderna em 1922. Com isso, ele não desejou somente uma chacoalhada, mas, uma nova postura frente às mazelas sociais brasileiras. Frustrado por não atingir sua meta, mudou-se para Paris.
Em sua maturidade artística, o pintor das curvas sensuais, das cores calorosas e do amor de suas figuras alcançou uma orquestração viva e equilibrada destas qualidades, que outrora, já se apresentaram estáticas. Contudo, na percepção do crítico Mário Pedrosa, Di surgiu como um colorista pictórico inigualável no país e também por sua forte personalidade, sua natureza boêmia, seus motivos populares e sua técnica singular é que ele merece o título de mestre brasileiro.
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
Cultura em doses homeopáticas
| Foto: Wikicommons |
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Ivan Marinheiro & D.X - Do Alicerce Ao Teto
quinta-feira, 4 de maio de 2017
Origens E Símbolos da Páscoa
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Imagens de Deus e do Natal
domingo, 9 de outubro de 2016
Entrevista: Marcello Gugu - "AULA SOBRE O HIP-HOP"
No dia vinte e quatro do mês de setembro tive a satisfação de trocar uma ideia firmeza com o artista Marcello Gugu, que participou de uma edição especial da Batalha do Secreto, aqui em Itanhaém. Conversamos sobre sua participação na cultura Hip-Hop, seus trabalhos, seus projetos, etc. Revelou ainda que o Gugu de seu apelido não vem de seu nome, mas sim de sua vivência na Vila Gumercindo, distrito de Ipiranga, São Paulo.
Marcello contou que seu primeiro contato com o Rap, foi por volta dos onze anos ouvindo "Mano Na Porta do Bar", do Racionais MC's, no rádio do carro de seu pai. Esta foi a primeira vez que escutou uma música cantar a realidade próxima daquela que ele via e vivia no Ipiranga. Lembra, inclusive, que logo assimilou a música ao seu finado tio, um exímio botequeiro. Mas na época, o pai mudou de estação e ficou por isso mesmo.
Um pouco mais velho, trocando fitas K7 com uma galera, conheceu Planet Hemp, Gabriel o pensador e outros artistas que soavam como o que havia escutado no carro de seu pai. Também graças à internet, acessada do SESC Ipiranga, descobriu o Bocada Forte e os encontros na Galeria do Rock onde conheceu uma galera que colaborou na criação do Afrika Kidz e da Batalha do Santa Cruz.
Inspirada na Batalha do Real, no Rio de Janeiro, a batalha do Santa Cruz surgiu no dia 18 de fevereiro de 2006 e virou referência. A única que manteve a periodicidade de todo o sábado oferecer a oportunidade para que a molecada se iniciasse na cultura Hip-Hop, revelando nomes como Emicida e Rashid, por exemplo. A visibilidade que conquistaram resultou no destaque para o universo do freestyle, de maneira independente e sem dinheiro. Mesmo assim, registra em sua memória este evento como uma grande escola pra ele, tanto em nível artístico como pessoal.
Levando adiante esta ideia, surgiu o projeto denominado Infinity Class, uma maneira de mediar o conhecimento histórico a partir da ótica do Hip-Hop. Esta foi a maneira que Gugu encontrou de contar a origem desta cultura onde desde a época do descobrimento da América, até sua eclosão como forma artística na década de 1970, revela uma enorme trajetória de luta e resistência da comunidade negra norte-americana. Desta forma, suas palestras, ou aulas, apresentam um rico conteúdo que não pode passar batido, servindo de ensino e aprendizagem, para que a molecada nova entenda que isso não surgiu do nada, que tem história e que se não ficar registrada, o tempo engole. Assim, o projeto funciona melhor ainda quando se pretende quebrar o preconceito contra o Hip-Hop, levando professores, vereadores e policiais ao conhecimento de que esta cultura não é uma baboseira como muitos pensam, mas que possui um sentido e a capacidade de transformar a vida das pessoas.
Embora o Infinity Class tenha se iniciado dentro dos muros de uma escola privada, é dentro da Fundação CASA que as lembranças de Marcello Gugu revelam vivências mais marcantes. Já atuou voluntariamente nas CASA Topázio, Itaparica, Juquiá, Tocantins e inclusive Chiquinha Gonzaga, para as meninas. Lá conta que arrancou lágrimas e também ajudou as adolescentes na valorização de sua auto-estima e no reconhecimento de sua beleza independente dos padrões estéticos que a mídia e a sociedade nos impõe.
Fora isso, nosso entrevistado apontou o que ele considera necessário para o fortalecimento do Hip-Hop nacional, ou seja, a profissionalização dentro da cultura. E também por mais piegas que possa parecer, a questão da organização que ainda é outra lacuna a ser superada. Daí, poderemos autonomamente gerar renda, empregos e mostrar pra periferia que não é somente o tráfico de drogas a única opção rentável pra ela, mas que a parte artística e também as demais áreas entorno desta possuem um grande nicho econômico a ser explorado em terras brasileiras, tal como vemos na pátria que pariu o Hip-Hop, conforme a aula de Marcello Gugu.
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| Fotos por D.X, veja mais clicando aqui. |
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Pincelada: Beatriz Milhazes
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| Foto: Divulgação |
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Pincelada: Miguel Rio Branco
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| Foto: Nilton Fukuda/Estadão |
De origem espanhola, Miguel de Rio Branco (1946) foi um autodidata que começou a pintar na década de 60. Porém, na fotografia encontrou seu melhor ângulo artístico, desde meados de 1968, onde começou a atuar profissionalmente após participação no Instituto de Fotografia de Nova York. Assim, depois de matricular-se na Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro, no final desta década, trabalhou como fotógrafo em experimentações cinematográficas no início da década de 70, o que garantiu currículo para mostras individuais já em meados de 1972.
Conforme o curador Germano Celant, as fotografias do artista exibem os elementos da realidade e documentam a sua existência. Sua fotografia nos revela uma espessura física, livre de elementos filosóficos ou psicológicos e o magnetismo nervoso e factual de suas imagens comunica um mal estar que provoca a tensão no observador, muito provavelmente por conta daquele núcleo secreto de nossas vidas preservado em seu trabalho.
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Pincelada: Tunga
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O processo de criação deste artista é enigmático. Na busca pela dimensão gloriosa, seu processo esbarra-se na dissociação e fragmentação das coisas configuradas em uma operação regeneradora, segundo o curador Germano Celant. Assim, Tunga criou um espaço antagônico entre a descoberta das linguagens antigas e a emissão das forças instintivas, onde não há propensões narcisistas evidentes, mas sim sujeito e objeto isentos de oposição. Em outras palavras, vemos em sua arte o espírito se fazendo matéria e a matéria se fazendo espírito.

















