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quinta-feira, 11 de março de 2021

CIDADE INVISÍVEL

 Estas são as mais novas ilustrações que desenvolvemos e publicamos em nosso instagram: @laudanoartes. Para aqueles que não reconheceram são releituras de personagens da série brasileira Cidade Invisível da Netflix. Confira:






segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

X-Women

Estas clássicas personagens da Marvel Comics e mais especificamente dos quadrinhos X-MEN são as mais novas ilustrações da semana no nosso #instagram. Nos acompanhe lá: @laudanoartes.








quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Street Fighter: Punho Assassino

 Após assistir ao longa-metragem de Joey Ansah (2015) realizamos os estudos destes personagens clássicos da série de video-games da Capcom. Confira:





sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Pincelada: Alfredo Andersen

Autorretrato, 1926. Óleo s/ tela, 35 x 27 cm. Museu Alfredo Andersen.

Considerado o mestre da pintura paranaense, Alfredo Andersen (1860–1935) foi um artista norueguês que se mudou para o Paraná no final do século dezenove vivendo, inicialmente, de retratos sob encomenda e decorações enquanto se adaptava à sociedade brasileira. No ano de 1902 fixou residência em Curitiba e começou a lecionar desenho na Escola Alemã, no Colégio Paranaense, na Escola de Belas Artes e Indústrias e também em seu ateliê onde realizava exposições e ensinava desenho e pintura.
Sua produção artística tem por características a constante imitação do natural na mistura entre os estilos romântico, realista e impressionista, e pode ser dividida nas fases norueguesa, litorânea e curitibana. Mesmo produzindo muitos retratos e paisagens, foi nas cenas de gênero que o pintor alcançou as criações mais espontâneas. Em sua última fase, Andersen experimentou pinceladas mais soltas e ousadas, mostrando maior interesse pela representação da luz do que do tema, revelando emoções puras peculiares de um artista escandinavo em terras brasileiras.


Referência:
Lilian Hollanda Gassen. Mudanças culturais no meio artístico de Curitiba entre as décadas de 1960 e 1990. (Dissertação).

Museu Casa Alfredo Andersen (Site).


segunda-feira, 4 de junho de 2018

Por Que Escolhi Ser Professor?


Semana passada publicamos em nosso canal do YouTube um vídeo sobre Arte/Educação, onde o prof. André D.X conta um pouco sobre sua formação acadêmica em Artes Visuais e relata brevemente sobre sua experiência docente. A ideia surgiu após o mesmo ter sido recente questionado: POR QUE VOCÊ ESCOLHEU SER PROFESSOR??

▶ Facebook: https://www.facebook.com/LaudanoArtes
▶ Instagram: @laudanoartes 
▶ Site: http://laudano.art.br
▶ Email: promotor@laudano.art.br
▶ Telefone: +55 (13) 99694-4525



quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Esqueitistas e Vivaitanhaem.com

Nestes últimos dias estivemos direcionados em dois projetos, o site Vivaitanhaem.com e a série de ilustrações denominada Esqueitistas.
No primeiro decidimos criar um guia virtual de Itanhaém, adicionando informações pertinentes e aumentando a informatização cultural desta cidade a qual estamos morando e vivenciando desde fevereiro deste ano. Você pode visitá-lo clicando no link abaixo:

Vivaitanhaem.com

Já o projeto Esqueitistas, também no ar, consiste em uma série de ilustrações que estão sendo publicadas em nosso Instagram. Abaixo segue as três primeiras publicações inspiradas em personagens inesquecíveis da televisão.

 


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Pincelada: Lasar Segall

Autorretrato III, 1927. Óleo s/ tela, 50,5 x 39 cm. Museu Lagar Segall.
Podemos dizer que Lasar Segall (1891-1957) investiu em sua formação artística. Partiu de um bairro judaico da Lituânia em direção ao ensino acadêmico em Berlin e Dresden, na Alemanha e após uma breve temporada no Brasil, expondo obras em Campinas e São Paulo na década de 1910, o artista se deparou com a visibilidade das vanguardas expressionistas que mudaram o cenário artístico alemão.
Em seus primeiros trabalhos, Segall se encontrava distante da primeira geração expressionista pois na academia de Belas Artes adquiriu tendências realistas e impressionistas as quais prevaleceram nas pinturas vendidas em terras brasileiras. Inclusive, a imagem de exotismo do país na memória do artista pesou em sua decisão de se instalar definitivamente no Brasil na década de 1920, quando trouxe consigo sua esposa e sua experiência artística. Neste período, o pintor já investia na deformação cubo-expressionista devido ao impacto das estéticas vanguardistas, porém sem perder seu substrato naturalista.


Referência:
Fernando Antonio Pinheiro Filho. Lasar Segall: arte em sociedade. São Paulo: Cosac Naify e Museu Lasar Segall, 2008 (Livro).

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Ensaios Gráficos

Com a palavra, D.X:
Neste ano, em meio a tantas correrias loucas, me surpreendi com o foco que consegui direcionar para o meu desenvolvimento enquanto ilustrador e artista visual. Por mais que isto tenha implicado no meu afastamento dos palcos, a empreitada foi valiosa. Desde o início do ano estive me dedicando para completar uma série de trabalhos que chamei de Ensaios Gráficos. Na definição original:

Isso que denominamos Ensaios Gráficos é uma série de estudos visuais realizada pela Láudano Artes na qual envolve uma pesquisa parcialmente fundamentada na abordagem triangular proposta por Ana Mae Barbosa. O objetivo é produzir conteúdos imagético e textual baseados nas produções culturais da humanidade e divulgá-los livremente para contribuir com o desenvolvimento de olhares críticos sobre arte e culturas visuais. 



Assim, desenvolvi quatorze ilustrações baseadas em pesquisas que me submeti para me aprofundar em alguns conhecimentos ligados à história da arte. Todas elas podem ser lidas aqui. Após a finalização da série, consegui ainda expor o resultado desta investigação na Biblioteca central da cidade, à convite da Secretaria de Cultura, na exposição que foi intitulada como Cartum, Cartoon, Cartone. Felizmente, um canal de televisão local fez a boa ação de registrá-la divulgando também as oficinas de cartum que integravam a proposta da exposição. Veja aqui:

Depois disso, imaginei que em cima das ilustrações originais eu poderia redesenhar estes trabalhos em formato digital nos softwares que utilizo em minha profissão fora da Láudano Artes. Resolvi tentar e o que vingou foi uma nova criação, ao meu ver. Por isso, aos poucos, estou substituindo as ilustrações originais aqui no blog pelas novas versões digitais, as quais tive um cuidado maior na composição. Fique à vontade para acessar os conteúdos! 
Voltamos com novidades em 2016! 
Boas festas...

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Desenho


https://www.instagram.com/laudanoartes/

O desenho, sendo uma forma de linguagem, frequentemente é utilizado na comunicação. Entendeu ou quer que eu desenhe? Quantas vezes utilizamos este questionamento já dando razão, ainda que sem querer, para aquela outra ideia que temos, onde "uma imagem vale mais do que mil palavras", não é mesmo?
Conforme Souza e Parpinelli (2014, p. 41), o desenho "envolve operações mentais como representar, relacionar, escolher, simbolizar, significar, entre outros, interferindo de forma direta na formação de conceitos". Quando desenhamos, mesmo sem dominar a técnica, estamos desenvolvendo a concentração, a atenção e a coordenação motora, além de trabalharmos a intuição e a sensibilidade.
Podemos defini-lo ainda nas modalidades livre, cópia e dirigido. Respectivamente quando o processo é guiado pelo indivíduo, de maneira leviana, quando o foco é na reprodução e representação fiel, e quando o tema é determinado e frequentemente desperta emoções no espectador.
Além do propósito de comunicação, ainda podemos usar esta técnica artística para nos expressarmos, seja desenhando por hobby ou por profissão. Inclusive a profissão de design tem sua origem no desenho e muitos dos objetos de design que estão à nossa volta, como automóveis, mobiliários, ferramentas, etc, tiveram seu projeto concebido por meio do desenho.


Referências:

Joana José Hina Machado de Souza, Roberta Stubs Parpinelli. PESQUISAS DE MATERIAIS EXPRESSIVOS. Unicesumar, Maringá, 2014 (Livro).