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segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Releitura #01 - Capitão Presença
Capitão Presença é uma personagem que parodia os super-heróis das histórias em quadrinhos. Baseado no jornalista Matias Maxx (Tarja Preta) e bolado pelo quadrinista Arnaldo Branco, o herói pode ser encontrado no livro "As Aventuras do Capitão Presença" lançado pela Conrad em 2006.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Ensaios Gráficos
Com a palavra, D.X:
Neste ano, em meio a tantas correrias loucas, me surpreendi com o foco que consegui direcionar para o meu desenvolvimento enquanto ilustrador e artista visual. Por mais que isto tenha implicado no meu afastamento dos palcos, a empreitada foi valiosa. Desde o início do ano estive me dedicando para completar uma série de trabalhos que chamei de Ensaios Gráficos. Na definição original:
Isso que denominamos Ensaios Gráficos é uma série de estudos visuais realizada pela Láudano Artes na qual envolve uma pesquisa parcialmente fundamentada na abordagem triangular proposta por Ana Mae Barbosa. O objetivo é produzir conteúdos imagético e textual baseados nas produções culturais da humanidade e divulgá-los livremente para contribuir com o desenvolvimento de olhares críticos sobre arte e culturas visuais.
Assim, desenvolvi quatorze ilustrações baseadas em pesquisas que me submeti para me aprofundar em alguns conhecimentos ligados à história da arte. Todas elas podem ser lidas aqui. Após a finalização da série, consegui ainda expor o resultado desta investigação na Biblioteca central da cidade, à convite da Secretaria de Cultura, na exposição que foi intitulada como Cartum, Cartoon, Cartone. Felizmente, um canal de televisão local fez a boa ação de registrá-la divulgando também as oficinas de cartum que integravam a proposta da exposição. Veja aqui:
Depois disso, imaginei que em cima das ilustrações originais eu poderia redesenhar estes trabalhos em formato digital nos softwares que utilizo em minha profissão fora da Láudano Artes. Resolvi tentar e o que vingou foi uma nova criação, ao meu ver. Por isso, aos poucos, estou substituindo as ilustrações originais aqui no blog pelas novas versões digitais, as quais tive um cuidado maior na composição. Fique à vontade para acessar os conteúdos!Voltamos com novidades em 2016!Boas festas...
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Lançamento "Vila Bosque"
A série de trabalhos intitulada Vila Bosque resume-se em tirinhas (quadrinhos) desenvolvidas no ano de 2015. O processo de criação foi dinâmico e descontraído com o objetivo de trazer um olhar crítico em temas que, as vezes, podem parecer levianos. A série durou nove edições e podem ser conferidas abaixo.
#01 - Fido nas Redes Sociais
#02 - Fiu Fiu
#03 - Meninas Veneno
#04 - História do Artista
#05 - Fido, o misantropo
#06 - Revista
#07 - Dilema de Fido
#08 - Não é o que você está pensando!
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
terça-feira, 31 de março de 2015
A arte dos connoisseurs chineses
A civilização chinesa passou por inúmeros períodos de caos, instabilidade e guerra civil ao longo de sua imensurável história. A origem deste povo é imprecisa e está cercada de mitos e lendas que se confundem com as evidências arqueológicas daquele país. Desde os mitológicos líderes pré-dinásticos, passando pela fábula do Imperador Amarelo até o registro chinês do dilúvio universal, a cultura chinesa se mostra recheada de alegorias que a torna tão singular até os dias de hoje. Não é à toa que suas lendas se transformam constantemente em releituras nos mais diversos suportes artísticos, seja no cinema, nas artes visuais, no teatro ou nos quadrinhos. Por exemplo, qual jovem não conhece o personagem Son Goku, o protagonista do mangá Dragon Ball? Este foi livremente baseado na lenda denominada Saiyuki a qual está repleta de elementos budistas e taoistas.
Assim como na arte egípcia, vemos na antiga produção cultural chinesa uma forte inspiração da religião. O Budismo influenciou a arte chinesa ao introduzir uma nova abordagem da pintura: a reverência pela realização do artista. Este expressava sua personalidade e caráter por meio da técnica com pincel e tinta utilizada por seus antecessores. Ou seja, desde tempos remotos, a China já tinha apreço pela originalidade enquanto expressão da personalidade, mesmo sem ignorar os mestres famosos e muito menos abdicar de certos cânones para atingir maestria. Conhecido por Os Seis Cânones da Pintura, a tradição estabelece seis elementos essenciais para orientar a criação da obra.
Assim como na arte egípcia, vemos na antiga produção cultural chinesa uma forte inspiração da religião. O Budismo influenciou a arte chinesa ao introduzir uma nova abordagem da pintura: a reverência pela realização do artista. Este expressava sua personalidade e caráter por meio da técnica com pincel e tinta utilizada por seus antecessores. Ou seja, desde tempos remotos, a China já tinha apreço pela originalidade enquanto expressão da personalidade, mesmo sem ignorar os mestres famosos e muito menos abdicar de certos cânones para atingir maestria. Conhecido por Os Seis Cânones da Pintura, a tradição estabelece seis elementos essenciais para orientar a criação da obra.
A criação artística, para este povo, não era considerada como uma tarefa subalterna, por isso que os pintores eruditos eram denominados connoisseurs, grandes mestres. Também sendo primorosos na fundição do bronze e apreciadores da arte funerária/tumular, esta civilização se distinguia da egípcia nas concepções estéticas a qual nota-se a preferência por curvas sinuosas que sugerem movimento e graciosidade. Isso provavelmente se dava pela tênue semelhança que os chineses aplicavam na escrita caligráfica e na pintura. Tanto uma quanto a outra necessitavam dos mesmos equipamentos e buscavam a mesma meta de propiciar um estado meditativo para quem as contemplasse. Assim, frequentemente, o artista escrevia versos poéticos no mesmo rolo de seda em que pintava. E mesmo que estas fossem monocromáticas, o domínio da variação de tons e dos estilos de pinceladas conduziam o artista ao aperfeiçoamento do que chamavam de Cinco Cores.
Daí que surge a estética chinesa da cor, das técnicas monocrômicas, das pinceladas firmes e vigorosas, da identificação do connoisseur chinês com o princípio da vida. O ato de pintar era visto como uma expressão de maturidade, assim, antes de se dedicarem à pintura, os artistas primeiro se destacavam na sociedade como eruditos, calígrafos e/ou poetas. Pois a pintura não era vista como profissão, assim os pintores chineses atingiam sua excelência depois de se submeterem à uma rigorosa disciplina intelectual. Ao conduzirem-se por esta via tão distinta dos ocidentais, embora pudessem produzir réplicas da realidade ou imitar a natureza como os gregos, os artistas orientais colocavam primeiro sua personalidade em harmonia com o princípio cósmico e permitiam que seu coração se integrasse com o ch'i, para que o Tao se expressasse por meio dele, fazendo da pintura uma extensão da arte de viver.
Daí que surge a estética chinesa da cor, das técnicas monocrômicas, das pinceladas firmes e vigorosas, da identificação do connoisseur chinês com o princípio da vida. O ato de pintar era visto como uma expressão de maturidade, assim, antes de se dedicarem à pintura, os artistas primeiro se destacavam na sociedade como eruditos, calígrafos e/ou poetas. Pois a pintura não era vista como profissão, assim os pintores chineses atingiam sua excelência depois de se submeterem à uma rigorosa disciplina intelectual. Ao conduzirem-se por esta via tão distinta dos ocidentais, embora pudessem produzir réplicas da realidade ou imitar a natureza como os gregos, os artistas orientais colocavam primeiro sua personalidade em harmonia com o princípio cósmico e permitiam que seu coração se integrasse com o ch'i, para que o Tao se expressasse por meio dele, fazendo da pintura uma extensão da arte de viver.
Referências:
Ernst Hans Gombrich. A HISTORIA DA ARTE. Rio de Janeiro, 2013 (Livro).
Harold Osborne. ESTÉTICA E TEORIA DA ARTE - uma introdução histórica. Londres e Harlow, 1968 (Livro).
Harold Osborne. ESTÉTICA E TEORIA DA ARTE - uma introdução histórica. Londres e Harlow, 1968 (Livro).
segunda-feira, 2 de março de 2015
Oficina de Histórias em Quadrinhos (20/02/2015)
Saiu na página da Prefeitura de Maringá sobre a oficina que levamos para a comunidade de Iguatemi no dia 20 de Fevereiro:
"Há alguns dia [sic] a Biblioteca CEU das Artes de Iguatemi realizou sua primeira oficina. O artista André Luís Onishi ministrou um curso sobre história em quadrinhos para adolescentes da comunidade.
Que seja a primeira de muitas. :)
#PrefeituradeMaringá #CEUdasArtes"
Originalmente publicado em http://goo.gl/e43XZuNotícia em Destaque também no Portal da Secretaria de Cultura de Maringá (AQUI).
Tivemos a satisfação em conhecer e realizar a primeira oficina neste espaço que merece ser ocupado. O CEU das Artes (Centro das Artes e dos Esportes Unificados) do Distrito de Iguatemi [Maringá, Maringá!!] foi inaugurado meio nas coxas no final de 2014 [verba Federal] mas precisa de destaque. Este é um convite para os artistas levarem para este espaço suas habilidades de fazer o bem à comunidade.
Vontade não falta para voltarmos para lá!
Confira os slides utilizados no curso AQUI.
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