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| Foto: Nilton Fukuda/Estadão |
De origem espanhola,
Miguel de Rio Branco (1946) foi um
autodidata que começou a pintar na década de 60. Porém, na
fotografia encontrou seu melhor ângulo artístico, desde meados de 1968, onde começou a atuar profissionalmente após participação no
Instituto de Fotografia de Nova York. Assim, depois de matricular-se na
Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro, no final desta década, trabalhou como fotógrafo em experimentações cinematográficas no início da década de 70, o que garantiu currículo para mostras individuais já em meados de 1972.
Conforme o curador
Germano Celant, as fotografias do artista exibem os elementos da realidade e documentam a sua existência. Sua fotografia nos revela uma espessura física, livre de
elementos filosóficos ou
psicológicos e o magnetismo nervoso e factual de suas imagens comunica um mal estar que provoca a tensão no observador, muito provavelmente por conta daquele núcleo secreto de nossas vidas preservado em seu trabalho.
Referência:
Germano Celant. Miguel Rio Branco / Tunga. Rio de Janeiro: Brasil Connects, 2001 (Livro).