terça-feira, 19 de junho de 2018

Manifestações Artísticas Durante a Intervenção Militar



No dia 31 de março de 1964 um golpe militar com o apoio de grupos de extrema-direita derrubou João Goulart da presidência e deu início a ditadura das Forças Armadas Brasileiras. As raízes do golpe militar são anteriores a esta data e as cicatrizes e consequências dela muito posteriores. Naquela época, o Estado reprimia e censurava as manifestações artísticas, atingindo diretamente os artistas que incorporavam a crítica cultural e política nas suas experimentações e estagnando grande parte dos setores culturais. 

Leia o artigo completo em:
http://arteref.com/historia-1/manifestacoes-artisticas-durante-a-intervencao-militar-brasileira/


segunda-feira, 4 de junho de 2018

Por Que Escolhi Ser Professor?


Semana passada publicamos em nosso canal do YouTube um vídeo sobre Arte/Educação, onde o prof. André D.X conta um pouco sobre sua formação acadêmica em Artes Visuais e relata brevemente sobre sua experiência docente. A ideia surgiu após o mesmo ter sido recente questionado: POR QUE VOCÊ ESCOLHEU SER PROFESSOR??

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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Pincelada: Victor Brecheret

Foto: Arquivo Pessoal (El País)

O escultor paulistano Victor Brecheret (1894-1955) elaborou diversos monumentos que podem ser vistos em diversos lugares de sua cidade natal. A diversidade de temas e formas revelam a sua trajetória artística desde seu ingresso no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, passando pelos seus estudos em Paris, até alcançar sua fase marajoara-indígena. Embora o Monumento às Bandeiras seja sua obra-prima, sua primeira obra a ser adquirida pela Prefeitura Municipal de São Paulo foi Eva, no ano de 1921.
Outra figura feminina concebida pelo artista foi a escultura tumular encomendada para o túmulo da poeta parnasiana Francisca Júlia da Silva, trabalho que foi recompensado com uma bolsa de estudos em Paris. Após esta fase, onde foi influenciado por Bourdelle e Brancusi, suas obras passaram a ter volumes mais expressivos e superfícies uniformes. A figura feminina em sua obra perde a delicadeza tradicional francesa e assume características e traços rústicos que evidenciam uma forma de arte próxima ao povo brasileiro. Por seus feitos é considerado hoje o mais importante escultor nacional do século vinte.




Referência:
Sandra Brecheret Pellegrini. Em cada canto de São Paulo um encanto de Brecheret. São Paulo: Noovha América, 2004 (Livro).


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Pincelada: Di Cavalcanti

Auto-retrato, 1943. Óleo sobre tela, 33,5 x 26,0 cm. Coleção particular.

Di Cavalcanti
(1897-1976) foi um extraordinário artista pictórico e lírico, pois sentia todas as coisas através de instantes de poesia. Como caricaturista, ilustrou a política e a sociedade de sua época com um olhar crítico, o mesmo que enxergou a necessidade de uma semana voltada à arte moderna em 1922. Com isso, ele não desejou somente uma chacoalhada, mas, uma nova postura frente às mazelas sociais brasileiras. Frustrado por não atingir sua meta, mudou-se para Paris.

Em sua maturidade artística, o pintor das curvas sensuais, das cores calorosas e do amor de suas figuras alcançou uma orquestração viva e equilibrada destas qualidades, que outrora, já se apresentaram estáticas. Contudo, na percepção do crítico Mário Pedrosa, Di surgiu como um colorista pictórico inigualável no país e também por sua forte personalidade, sua natureza boêmia, seus motivos populares e sua técnica singular é que ele merece o título de mestre brasileiro.


Referência:
Denise Mattar e Elisabeth Di Cavalcanti. Di Cavalcanti: conquistador de lirismos. Rio de Janeiro: Capivara, 2016 (Livro).

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Serviços Láudano Artes

Esta semana adicionamos no Facebook um vídeo contendo os serviços que prestamos em nosso empreendimento criativo. Confira e se precisar de nós, não hesite em falar conosco!


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Cultura em doses homeopáticas

Foto: Wikicommons

Nascido em 1984, Antonin Artaud foi estigmatizado pela introversão e marginalização social. Rompeu sua aliança com os surrealistas ao preferir defender o anarquismo e procurar por culturas autóctones. Se frustou e já desesperado se isolou da sociedade, sendo posteriormente internado num asilo de alienados onde na primavera de 1947 se suicidou.
Conta-se que, em sua juventude, um doutor receitou láudano para que tomasse como medicamento para aliviar suas dores de cabeça. De igual modo, receitamos a arte como anestésico para a alta intensidade da vida cotidiana e, por isso, aqui na Láudano Artes encontra-se cultura em doses homeopáticas.


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Exposição: Criaturas Divergentes


André Onishi, além de artista visual atua como professor de Arte da Rede Municipal de Ensino. Entre os dias 8 à 27 de agosto, o professor-artista ocupará a Pinacoteca Municipal (Praça Carlos Botelho, 14, no Centro Histórico), de terça a sexta, das 9 às 17 horas, e aos sábados e domingos, das 11 às 17 horas com a exposição “Criaturas Divergentes”.

Serão expostas figuras estilizadas, em cores irreais, isentas de perspectiva científica e aparência acadêmica. Fruto do que o artista identifica por "poética da divergência", este trabalho busca divergir da precisão hiper-realista, tendência contemporânea que almeja atingir a imagem em sua clareza objetiva e fotográfica.

Assim, D.X (pseudônimo de André Onishi), dialoga com o naïf na medida em que seu modo expressivo autêntico e intuitivo, originado da subjetividade e da imaginação criadora, se distancia da tradição e do sistema artístico erudito.